sexta-feira, 10 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A inteligência é relativa
Os irmãos Coen já nos habituaram a filmes, no mínimo, imprevisíveis e nos quais as personagens se "embrulham" em situações sem saída. Entre o humor e a tragédia, aí reside o que nos têm dado desde que começaram no cinema. Basta lembrar Fargo, The Big Lebowski, No country for old man, e bastantes outros. Pela qualidade reconhecida, têm atraído aos seus filmes casts extraordinários. Este "Burn after reading" faz jus à fama dos autores, ainda que não seja o seu melhor filme.
Uma das "frases chave" usadas na divulgação do filme é "Intelligence is relative" e até aqui há um jogo de palavras com o duplo sentido que a palavra "intelligence" pode ter. Afinal, tudo tem uma qualquer ligação à CIA, ainda que nem os que estão "por dentro" saibam bem qual é.
George Clooney, Frances McDormand, John Malkovich, Tilda Swinton e Brad Pitt (olhem só como eu comecei e acabei bem a lista...) têm actuações extraordinárias, num filme que joga com a bastante relativa inteligência das personagens para criar situações extremas. Como chegam lá, só vendo...
Publicado por vida de vidro às 09:26 3 comentários
Categoria: O que as câmaras vêem
sábado, 4 de outubro de 2008
Zeitgeist
zeitgeistmovie.com
Publicado por vida de vidro às 23:47 4 comentários
Categoria: O que eu vejo
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Hoje, quase fim de ano...
Quem menos acredita que o tempo pode ter estas descontinuidades que originam anos diferentes e tempos diferentes, é quem mais cai nestes balanços de fim de ano. Falo de mim, claro. Deu-me hoje para peregrinar pelos meus blogs que ainda se mantêm activos. Pior. Deu-me para tentar sentir os diferentes ambientes, quase ouvir as vozes das pessoas que neles passaram. Loucura? Talvez. Ou apenas a necessidade de ter a noção do que já disse, do que já senti, de quem já passou pela minha vida. Aqui, no mundo virtual.
Este foi sempre um blog diferente. Até porque foi o único sem comentários. Aqui quis apenas mostrar as diferentes facetas do (meu) ver, ouvir e ler. Como uma montra. Foi, no entanto, um dos que me deu mais prazer criar. Deste, eu levo, neste fim de ano, algum desejo de voltar. Mas é necessário que algumas condições estejam reunidas, para isso. É aí que entra outro cliché. As minhas resoluções de ano novo. :-))
Para quem ainda por aqui passa, um Feliz 2008!



