Sodade
Publicado por vida de vidro às 22:49 1 comentários
Categoria: Ídolos (meus), Recordações
Publicado por vida de vidro às 19:52 0 comentários
Categoria: Ídolos (meus), Recordações, Sensações

Campo de azedas
O Inverno já se vai
Deixando a terra semeada de desejos
O ar acaricia o rosto da planície
Num sopro de beijos.
Nascem azedas em campos dourados
Sinais de vida imprecisa
Abertas corolas, cetins abandonados
Ao breve toque da brisa.
Diz-me agora que sou terra
Campo de azedas que hoje nasceu
Fêmea deitada ao sol da paisagem
Corpo de aromas lançados na aragem
Odor de vida que por ti se liberta
Urgência de amar que o desejo teu
Ao longe desperta.
Publicado por vida de vidro às 21:20 2 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Recordações
Apenas porque sim.
Publicado por vida de vidro às 22:15 4 comentários
Categoria: Ídolos (meus), Recordações

by Adam Orzechowski
A passagem do Inverno
Existe esta espera
da natureza que chora
grossas lágrimas de saudade.
Existe este estilete de gelo
que nos penetra na alma.
Recolhe ao casulo, amor
ao doce refúgio que teço
construo, aqueço.
Revive no fogo que acendo
em mim.
Traz contigo o calor do desejo
no meu sono depõe um beijo terno
deixa o frio viver fora de portas.
Dá-me a mão na passagem deste Inverno.
Publicado por vida de vidro às 14:01 1 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações
Intérprete: Marisa Monte
Já tenho saudades desta senhora...
Publicado por vida de vidro às 21:30 1 comentários
Categoria: O que vou ouvindo, Recordações
Publicado por vida de vidro às 15:40 1 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações

Foto by Izabel
Não te direi
Não te direi nunca:
lembras-te?
Nem te levarei pelos campos
a olhar o mar,
espelho de interrogações futuras.
Não olharei nos teus olhos
a minha imagem
mulher de qualquer idade.
Sou em ti um cristal
vibrando neste dia e nesta hora,
um corpo de líquidos desejos,
pedaço de alma que se entrega
em cada troca de beijos.
Direi: amor, amor
quando em meus braços te aperto
e ficarei (sempre)
gravada em teu olhar aberto.
Publicado por vida de vidro às 15:50 3 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações
Piano: Tom Jobim
Cantam: Chico Buarque e Telma Costa
Como ele era novinho! Foi assim que o vi numa memorável Festa do Avante...
Publicado por vida de vidro às 14:31 1 comentários
Categoria: Emoções, Recordações
All is quiet on New Year's Day.
A world in white gets underway.
I want to be with you, be with you night and day.
Nothing changes on New Year's Day.
On New Year's Day.
I... will be with you again.
I... will be with you again.
Under a blood-red sky
A crowd has gathered in black and white
Arms entwined, the chosen few
The newspaper says, says
Say it's true, it's true...
And we can break through
Though torn in two
We can be one.
I... I will begin again
I... I will begin again.
Oh, oh. Oh, oh. Oh, oh.
Oh, maybe the time is right.
Oh, maybe tonight.
I will be with you again.
I will be with you again.
And so we are told this is the golden age
And gold is the reason for the wars we wage
Though I want to be with you
Be with you night and day
Nothing changes
On New Year's Day
On New Year's Day
On New Year's Day
U2
Feliz 2009!
Publicado por vida de vidro às 17:15 0 comentários
Categoria: Dias diferentes, Recordações
Publicado por vida de vidro às 19:42 1 comentários
Categoria: Filmes favoritos, O que as câmaras vêem, Recordações
Publicado por vida de vidro às 14:50 0 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações

by Cihan Altun
Chove sobre a paisagem
Chove sobre a paisagem
é Outono outra vez.
Não sentes o arrepio que passa
na crista do vento?
É tempo de procurar abrigo
enquanto o sol ainda brilha
e as tardes trazem consigo
o manto de ouro das árvores.
Em breve será o tempo
de velar o sono da terra.
Guardamos no corpo a semente
dos dias azuis doutra era
e nos olhos que se enlaçam
será sempre Primavera.
Publicado por vida de vidro às 19:26 1 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações
Para quem não viu ou para quem quer rever. Com atenta intensidade.
Publicado por vida de vidro às 12:25 3 comentários
Categoria: O que as câmaras vêem, Recordações

by Bognár Tamás
Sabor
Sabes a…
rebuçado de limão
açúcar em caramelo
ou chocolate de menta?
Ou será…
sabor de água do mar
e um toque de pimenta
com claras em castelo?
Não sei…
definir no teu sabor
tudo o que me enlouquece.
Talvez saibas a amor
a pele que a minha merece.
Ou será teu paladar
o gosto que saboreio
o início que amanhece
este desejo sem freio?
Publicado por vida de vidro às 11:13 0 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações
Publicado por vida de vidro às 18:10 2 comentários
Categoria: Escritos doutro lugar, Olhares de fascínio, Recordações
Para recordar. Porque também eu sou água de Março.
Intérpretes: Tom Jobim e Elis Regina
Publicado por vida de vidro às 19:06 1 comentários
Categoria: Ídolos (meus), Recordações
Intérpretes: Chico Buarque e Ney Matogrosso
Publicado por vida de vidro às 09:50
Categoria: Recordações
Intérprete: Caetano Veloso
Conhecida demais? Mas linda, sobretudo na voz dele...
Publicado por vida de vidro às 08:12
Categoria: Ídolos (meus), Recordações

Canção com lágrimas
Poema: Manuel Alegre
Música: Adriano Correio de Olveira
Eu canto para ti um mês de giestas
Um mês de morte e crescimento ó meu amigo
Como um cristal partindo-se plangente
No fundo da memória perturbada
Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa
E um coração poisado sobre a tua ausência
Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês
Em que os mortos amados batem à porta do poema
Porque tu me disseste quem me dera em Lisboa
Quem me dera em Maio depois morreste
Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve
Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro
Eu canto para ti Lisboa à tua espera
Teu nome escrito com ternura sobre as águas
E o teu retrato em cada rua onde não passas
Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio
Porque tu me disseste quem me dera em Maio
Porque te vi morrer eu canto para ti
Lisboa e o sol Lisboa com lágrimas
Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve
Eu canto para ti Lisboa à tua espera...
Publicado por vida de vidro às 07:36
Categoria: Ídolos (meus), Recordações